segunda-feira, 23 de abril de 2012

Acho que achei minha metade da laranja *o*


Só porque lembrei das minhas


POTÁSSIO POTÁSSIO POTÁSSIO                 =                      KKKKKKK

Símbolo do Potássio: K


Por: Meu amigo idiota e feliz -  João Panda Kru!

Tempo Será:

A Eternidade está longe
(Menos longe que o estirão
Que existe entre o meu desejo
E a palma da minha mão).

Um dia serei feliz?
Sim, mas não há de ser já:
A Eternidade está longe,
Brinca de tempo-será.
(Manuel Bandeira)

Simples vida

Um problema: 2 meses e pouco aqui. Desacostumar. Readaptar. Meu Deus, não posso viver sem meu café. Meu café sagrado de todas as manhãs. Ahá, enfim! Isso não é clichê, é? Não, nem todo mundo gosta de café. Sou acostumada e pronto. Reanima e aquece. Combina perfeitamente com "acordar cedo zumbindo de sono". E pra completar aqui em casa já é célebre: ou cachorro quente ou sopa de noite! Mas até que isso tá fazendo bem. Frutas, claro, não o cachorro quente. Acho que meu pé de barriga até aumentou um pouquinho. Vai ver é o sedentarismo de estudante. Vixe, lá vem clichê. Aquelas pessoas que falam que "vão estudaaar muito hoje", mas realmente nem estudam. Pressão. Mas cada um fala o que quer e acabou não é mesmo? Porque isso de ficar falando dos outros não é legal. Legal mesmo é você se interiorizar. Falar de você dentro de você.

p.s: engraçado. Já tou chamando isso aqui de casa. but i miss my dogs, own
Revolução Francesa é o que há. Redação é o que há. Sistemas é o que há. Biologia é o que há. Lógica é o que há. Espelhos é o que há. Manuel Bandeira é o que há. Vestibular é o que há!

Então lá vamos nós...

domingo, 22 de abril de 2012

Sinto

Só preciso de alguém pra me dizer: se você continuar assim vai longe!

Pode parecer clichê, mas é o que eu sinto. Nossa, hoje eu voltei pra casa cheia de clichês...

Erro de percurso

Erro de percurso eu diria. Só mais um erro de percurso entre tantos outros que me deixam escapar. Há certas coisas que deveríamos aprender sozinhos. Aprender não, melhor ser. Deveriamos aprender a ser sozinhos, por naturalidade sua mesmo. De cada um. O que acontece é que quando estamos pressionados de ante de uma coisa grande, grande mesmo, que muda o futuro da sua vida, isso se amplia ao máximo. Fui influenciada por idéias e agora, em vez de me superar e crescer naturalmente, para o meu melhor, eu vivo na sombra da idéia. Tentando ser melhor do que ela e esqueço de mim. Comparações não são mesmo mesmo boas. Pelo o menos não para mim. Me comparo, me diminuo, tento ser melhor, não consigo, me culpo, me perco em mim. Não sei mais quem sou. Quem achava que era. Porque achava que era boa, mas por causa dela, da idéia, agora me perdi mesmo. Mas um dia me acho. A maldita idéia. Tem sempre que ter uma maldita. Por que mal me livrei de uma e já vem outra? Não consigo nunca ser a melhor. A idéia me persegue. Me deixa, troço! Cresce longe de mim! Porque aí crescendo longe de mim, eu também cresço, porque não vivo na sua sombra.

É como se houvesse duas plantas e a maior fosse ela. Ela crescee faz sombra em mim. Eu tento superá-la, mas não consigo.Ela é mais rápida, chega primeiro. E eu só na sombra. Não quero ser sombra. Não agora. Justo agora que era pra minha fotossíntese ser máxima!

Engano meu...

Não sei bem explicar. É sei lá, uma coisa que me veiu à tona. Como se o que eu pensava de mim mesma, todos os ideais e respostas que eu já encontrei, como se isso não significasse mais. Como se o que eu pensava dos outros passasse a valer pra mim também. Não me entendam mal. 

Me senti horrivelmente, hm, como dizer...enganada. Isso. Eu me enganei. Ou talvez eu esteja enganada agora. Achava eu ser um tipo de pessoa que aqui, onde vim parar, não é mas o que era antes. Pelo o menos não representa mais o que era antes. Nem para os outros, nem para mim. E isso é desesperador. Como me enganei assim? E agora, se realmente estava enganada sobre mim, não sei mais o que fazer, nem o que representar. Porque eu me dava bem com aquele meu antigo eu. E agora, parece que não me conheço mais. Aquela menina...aquela menina...

Deve ser por falta daqueles que te completam. Que te fazem, que te moldam. Aqui não tem quem me moldar, quem me fazer achar quem eu sou. Quem confiar em mim e dizer que eu também sou boa. E isso não está mais aqui, está longe. A 5 horas de viagem. Aii, saudade. Também tenho saudade do que me espera, mas medo igual de estar enganada por isso. 

sábado, 21 de abril de 2012

Tudo, mas o que é o tudo?

Tudo isso aqui é tão louco. Me perco nos meus pensamentos, não faz sentido, como assim? De onde isso veio? De onde nós viemos? Tudo isso existe ou só é uma ilusão? Mas se for ilusão, ilusão de que, de onde?  Dificilmente acharei as resposta e é certo que quem só pensar nisso vira louco. Mas, existem pessoas que não se perguntam, que não se indagam. E é esse extremo da conformidade que eu nunca quero chegar.

Muito linda!


quinta-feira, 19 de abril de 2012

Nessa hora que eu me lembro como eu já fui tããão clichê. Como? Talvez continue sendo, mas de uma forma mais elegante.

Depois

Depois de um tempo ignorando a existência deste blog, talvez por preguiça, talvez por sei lá, mudanças ou conformidade, voltei só por este momento, ou não. Ou então porque simplesmente as coisas se estabilizaram depois do vendaval. Clichês sim. Não sei se tem alguém ai, mas se não tiver eu não me desanimo, porque exprimir e colocar as coisas pra fora faz bem, às vezes. A vida mudou, mesmo. E depois de janeiro o que eu quero é tranquilidade e paz, mas como fugir  da vida, dos acontecimentos? Na verdade acho eu que até desejo o contrário, mas prefiro não acreditar. Porque seguindo o contrário, eu estaria negando a mim mesma. E por próprias experiências, isso me causa uma culpa terrível. Por isso, para evitar constrangimentos comigo mesma no futuro, eu sigo assim. E experanças eu tenho muitas, promessas, então incontáveis, me fazem querer o novo, o que pode ser o novo amanhã. Sou movida pelo que me espera, ou pelo que me pode esperar.